quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

MONSANTO ESCANCARADA

Durante três anos, a jornalista francesa Marie-Monique Robin pesquisou, em vários países, as atividades da empresa americana Monsanto.

Sim, aquela que vende para os colonos grãos trangênicos de algodão, milho, soja. Vende pesticidas poderosos para acabar com as lagartas... e com a gente.

Agora,
Robin lançou no dia 8 de dezembro em São Paulo, o livro “O mundo segundo a Monsanto - da dioxina aos transgênicos, uma multinacional que quer o seu bem”, onde expõe os subornos a entidades sanitárias reguladoras, a manipulação de dados científicos em seu proveito e o contrabando de sementes transgênicas para sua introdução clandestina no Brasil.


“A jornalista produziu primeiro um documentário com o mesmo título, que chocou o público europeu ao ser exibido pela TV Arte (franco-alemã), no início deste ano. A versão em livro, preparada em seguida, tornou-se best-seller na França, com mais de 80 mil exemplares vendidos até o momento e direitos de tradução negociados para mais de 10 idiomas e países da Europa, Américas e Ásia.


O livro denuncia a participação da empresa no Projeto Manhattan, que originou a bomba atômica, na produção do agente laranja, um desfolhante utilizado na Guerra do Vietnã.

O resultado é que, quase 35 anos após o fim da guerra, ainda existem 150 mil “bebês de agente laranja”, que nasceram com pés e mãos deformados, dificuldades de fala e cérebros severamente afetados.
A Monsanto é uma das oito empresas apontadas como co-responsáveis por esse crime contra a humanidade.”

Leia mais:
http://diplo.uol.com.br/2008-12,a2695

* Em troca, a Monsanto INVESTE em projetos na área de Responsabilidade Social como Projeto Crianças Saudáveis, Futuro Saudável; Projeto Horta Brasil; Projeto Cidadão Mirim - o futuro com segurança; Projeto Cuidando do Planeta; Projeto Adote um Leito; Segurança na Turma e o Grupo amigo voluntário...
O diabo se esconde atrás de muitas faces.


Um comentário:

JORGE LOEFFLER disse...

Lady Laura esses pseudo empresários que na realidade não passam de criminosos internacionais e na minha visão bandidos da pior espécie, não empregam a expressão que usaste para definir o que eles produzem. Estás coberta de razão ao definires o que eles produzem como “pesticidas”, pois eles preferem eufemisticamente “defensivos agrícolas”. E o que mais revolta é que quando alguma matéria é veiculada nos grandes veículos tais produtos são cuidadosamente definidos como “defensivos agrícolas”. Cada vez mais me convenço que os blogueiros que não podem ser “amansados” em função de sua quantidade, são a tábua de salvação da comunicação moderna. Há os que veiculam barbaridades, mais a maioria penso que aja com responsabilidade como tantos que conhecemos.