sexta-feira, 28 de novembro de 2008

VARAL DA MUIÉ...

“Dizem que o que procuramos
é um sentido para a vida.
Penso que o que procuramos
são experiências que nos façam sentir
que estamos vivos.”
J. Campbell

3 comentários:

JORGE LOEFFLER disse...

Belíssimo o pensamenteo postado. Porém a "muié dipindurada" no varal, confesso que não me agradou.
Embora não seja lá muito parecido este varal de alguma forma lembra o "pau de arara". E isso magoa.
Concordo que podeser que haja algumas que mereçam até coisa pior, mas mulher, em pricípio, não merece tal tratamento.
Mulher é um ser especial, muito acima de nós até pelo fato de poder gerar nova vida.
Já pensaram nisso?

Telma Scherer disse...

Esse negócio de "acima" e "abaixo" não me soa muito bem. Igual ou diferente, branco ou preto, etc etc., NINGUÉM merece esse tratamento, que está sendo denunciado pela foto pois é, de fato, o que acontece hoje.
Se observar as propagandas de carro e de cerveja, a imagem da mulher é hoje vendida de maneira tão cruel quanto esse pau de arara da foto...

JORGE LOEFFLER disse...

Boa tarde Telma.
Teu comentário é profundo, pois questionas algo que a quase totalidade das pessoas não percebe, ou seja, quão a perniciosa é a propaganda, a que leva a grande maioria a consumir coisas absolutamente desnecessárias como álcool e cigarros. E a coisa é tão seria que hoje os produtores do tabaco, são denominados de fumicultores. Ocorre que fumo é diminutivo de fumaça e é produto da queima do tabaco. Falando em tabaco, observo quão babacas são os consumidores já que não se dão ao trabalho de pensar. É bem verdade que nos tempos modernos, o pensar está quase restrito aos titulados em filosofia e não vai aqui nenhum demérito ao fato de seres diplomada em filosofia, muito antes pelo contrário.
Ocorre que grandes filósofos tinham instrução mínima, porém com cérebros privilegiados. Hoje a espécie dita e humana está tão bestializada que não mais pensa, deixando que pensem por ela e a induzam a consumir montanhas de lixo, graças à propaganda. Admiro-te, pois com 28 anos já tens um belíssimo currículo. Vou aqui confessar algo que tenho como frustração, qual seja: nunca consegui escrever uma poesia, por mais rude que fosse. Prosa sim, versos não. Mas nada posso fazer se não tenho tal sensibilidade e inteligência. Fico por aqui, pois penso já ter passado dos limites,
A ti e aos teus um ótimo final de semana.